Rodrigo Saturnino Braga

Carlos Mancini

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Atividade: 
Distribuidor

Diretor geral da Sony Pictures/Universal Pictures no Brasil. Entre 1991 e 2010 foi diretor geral da Columbia TriStar Buena Vista Filmes do Brasil, responsável pelos lançamentos da Columbia Pictures (mais tarde Sony Pictures) e da Universal no país. Faz parte da conhecida “geração de ouro" da distribuidora Embrafilme, quando se formaram grandes executivos de cinema no país. Dedica-se ao estudo da informação estatística e comercial sobre o cinema no Brasil, o que o torna uma referência para a distribuição. Carioca nascido em 1954, formou-se em administração de empresas na Fundação Getúlio Vargas. Entrou para a Embrafilme em janeiro de 1976 como estagiário da diretoria administrativa, permaneceu na empresa até 1988, afastando-se em 1985/86, para participar da administração da TVE. Em fevereiro de 1988, entrou para a Columbia TriStar Buena Vista como gerente nacional de vendas, onde continuou ligado ao cinema brasileiro, pois a empresa é a pioneira na utilização do artigo 3o da lei do Audiovisual, além de distribuir filmes nacionais desde 1988. Entre 1988 e 1992, a empresa lançou - associada à Art Films - A grande arte, de Walter Salles, Lua de cristal, de Tizuka Yamasaki, e Sonho de verão, de Paulo Sérgio Almeida. Com a implantação da lei, foi a primeira a associar-se a produções nacionais, como Tieta do Agreste (1996), de Carlos Diegues, Guerra de Canudos (1997), de Sérgio Rezende, O que é isso, companheiro? (1997), de Bruno Barreto, O noviço rebelde (1997), de Tizuka Yamazaki, Castelo Rá-tim-bum (2000), de Cao Hamburguer, Eu tu eles (2000), de Andrucha Waddington, Bicho de 7 cabeças (2001), de Laís Bodanzki, O xangô de Baker Street (2001), de Miguel Faria Jr., e Houve uma vez dois verões (2002), de Jorge Furtado. Com a Globo Filmes, a Columbia foi parceira de Simão, o fantasma trapalhão (1999), de Paulo Aragão, O auto da Compadecida (2000), de Guel Arraes, e A partilha (2001), de Daniel Filho. Em 2003 a distribuidora lançou, entre outros, Carandiru, de Hector Babenco - recordista de público em 2004, Cazuza – O tempo não pára, o recordista nacional de público do ano e, em 2005, Dois filhos de Francisco, recordista de público do ano, com mais de 5,3 milhões de espectadores.