Cláudia Abreu

Marco Rodrigues

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Atividade: 
Atriz

Estreou no cinema aos 25 anos sob a direção de Carlos Diegues emTieta do Agreste (1996). Começou no Teatro Tablado, e aos 15 anos já atuava em novelas da Rede Globo, onde destacou-se atuando na minissérie Anos rebeldes, de Gilberto Braga, exibida em 1992. Voltou a atuar no cinema em 1997, ano em que fez papéis de destaque em três longas-metragens, a comédia Ed Mort (1997), de Alain Fresnot, o drama político O que é isso, companheiro? (1997), de Bruno Barreto, e o épico Guerra de Canudos (1997), de Sérgio Rezende. Em 1998 ganhou o Prêmio Estação Botafogo pelo conjunto de seus trabalhos cinematográficos, e o da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) por seu trabalho em Ed Mort. Ainda no cinema, interpretou uma nobre amante de Dom Pedro II emO xangô de Baker Street (2001), de Miguel Faria Jr.. Em 2003, protagonizou dois longas-metragens de diretores estreantes: O homem do ano, de José Henrique Fonseca, e O caminho das nuvens, de Vicente Amorim. Em 2008, atuou em Os desafinados, de Walter Lima Jr. Após dedicação a trabalhos na televisão, somente em 2017 ressurge com dois papeis no cinema, incluindo a protagonista em Berenice procura, de Allan Fiterman, cujo roteiro adapta o romance homônimo de Luiz Alfredo Garcia-Roza. 

Filmografia selecionada

  • Berenice procura (2017), de Allan Fiterman. Seleção oficial da Mostra Internacional de São Paulo.
  • O rastro (2017), de J. C. Feyer
  • Os desafinados (2008), de Walter Lima Jr.. Prêmio especial do júri no Festival de Paulínia.
  • O caminho das nuvens (2003), de Vicente Amorim. Seleção oficial do Festival de San Sebastián. 
  • O homem do ano (2003), de José Henrique Fonseca. Seleção oficial do Festival de Chicago. 
  • O xangô de Baker Street (2001), de Miguel Faria Jr. 
  • Guerra de Canudos (1997), de Sergio Rezende
  • Ed Mort (1997), de Alain Fresnot
  • O que é isso, companheiro? (1997), de Bruno Barreto. Indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro. Seleção oficial do Festival de Berlim.
  • Tieta do Agreste (1996), de Cacá Diegues