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'Uma sexta-feira mais louca ainda' promete alavancar ainda mais os números da Disney em 2025

'Uma sexta-feira mais louca ainda' promete alavancar ainda mais os números da Disney em 2025

Fabiano Ristow
31 jul 25

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Divulgação

'Uma sexta-feira mais louca ainda'

Na onda de nostalgia que invadiu os cinemas de Hollywood nos últimos tempos, Uma sexta-feira mais louca ainda (Disney) chega ao Brasil em 7 de agosto com a promessa de resgatar o humor rápido e leve do longa original, Sexta-feira muito louca, lançado em 2003 — e que, desde então, tornou-se um clássico da Sessão da Tarde.

A julgar pela reação dos exibidores brasileiros, que viram a comédia nesta quinta-feira, 31 de julho, no Cinépolis JK Iguatemi, em São Paulo, a missão foi mais do que cumprida.

Lindsay Lohan e Jamie Lee Curtis estão de volta aos papéis de Anna e Tess, filha e mãe que trocam de corpos. Desta vez, o feitiço atinge também a filha adolescente de Anna e de sua irmã, abrindo o leque para piadas envolvendo a geração Z, millennials e boomers.

"O filme superou nossas expectativas. Obviamente, o público-alvo é, em grande parte, as mulheres. Mas os homens também vão adorar. Eu, por exemplo, gargalhei, e meu faro para humor é certeiro", brincou Thiago Pelli, gerente de vendas da Disney.

A fórmula parece infalível especialmente para os brasileiros  basta lembrar que, por aqui, a franquia Se eu fosse você, com Glória Pires e Tony Ramos, vendeu mais de 10 milhões de ingressos.

A campanha já "invadiu as ruas", nas palavras do executivo, com cartazes e outdoors estampando as duas estrelas e mantendo a identidade visual do primeiro longa. Para as redes sociais, a Disney preparou stunts com celebridades, como Heloísa Périssé e a filha, sempre às sextas-feiras.

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Cartazes do longa original (em inglês) e da sequência

A sequência chega num ótimo momento para a Disney, que atualmente domina as bilheterias com Quarteto Fantástico - Primeiros passos, e que fez história este ano com Lilo & Stitch, um dos maiores sucessos de todos os tempos no Brasil, com mais de 10,3 milhões de ingressos vendidos.

Thiago Pelli agradeceu aos exibidores pela parceria que permitiu os resultados, e ainda destacou a missão de tornar Avatar - Fogo e cinzas (18 de dezembro) o maior filme do ano. Segundo o distribuidor, a "meta é superar Avatar 2", visto por 11,7 milhões de brasileiros em 2022/2023.