Cláudio Amaral Peixoto

Divulgação Disney
Cláudio Amaral Peixoto

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Atividade: 
Cenógrafo, Diretor de arte

Cenógrafo e diretor de arte, começou com trabalhos para televisão antes de se dedicar ao cinema. Fez diversos trabalhos para publicidade e videoclipe, com diretores como Monique Gardenberg, Lírio Ferreira e Andrucha Waddington. Em 1996 fez a direção de arte de dois filmes de longa-metragem: Quem matou Pixote?, de José Joffily e Pequeno dicionário amoroso, de Sandra Werneck. Dois anos depois fez a cenografia de Guerra de Canudos (1998), de Sergio Rezende. Ganhou o prêmio ABC – concedido pela Associação Brasileira de Cinematografia – como melhor direção de arte por seu trabalho em Noel – O poeta da Vila (2008), de Ricardo Van Steen. Voltou a ser premiado em 2010, no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, pela direção de arte de Besouro (2009), de João Daniel Tikhomiroff, e, em 2012, por O palhaço (2011), de Selton Mello. É um dos mais requisitados e premiados diretores de arte do cinema brasileiro. 

Filmografia selecionada:
 

  • Entre irmãs (2017), de Breno Silveira
  • O filme da minha vida (2017), de Selton Mello
  • DPA - detetives do prédio azul, o filme (2016), de André Pellenz
  • João, o maestro (2017), de Mauro Lima
  • Os saltimbancos trapalhões (2016), de João Daniel Tikhomiroff
  • A esperança é a última que morre (2015), de Calvito Leal
  • Tim Maia (2014), de Mauro Lima
  • Isolados (2014), de Tomás Portella
  • Boa sorte (2014), de Carolina Jabor. Prêmio de melhor direção de arte no Paulínia Film Festival 2014.
  • Giovanni Improtta (2013), de José Wilker
  • Gonzaga, de pai para filho (2012), de Breno Silveira
  • À beira do caminho (2012), de Breno Silveira
  • Reis e ratos (2012), de Mauro Lima
  • O palhaço (2011), de Selton Mello. Prêmio de melhor direção de arte no 11º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro.
  • Chico Xavier (2010) de Daniel Filho
  • Besouro (2009), de João Daniel Tikhomiroff. Prêmio de melhor direção de arte no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de 2010.
  • O Bem Amado (2009), de Guel Arraes
  • Olhos azuis (2009), de José Joffily
  • Reis e ratos (2009), de Mauro Lima
  • Noel – O poeta da Vila (2008), de Ricardo Van Steen. Prêmio ABC da Associação Brasileira de Cinematografia como melhor direção de arte.
  • 174 (2008), de Bruno Barreto
  • Meu nome não é Johnny (2008) de Mauro Lima
  • Polaróides Urbanas (2007), de Miguel Falabella
  • 1972 (2006), de José Emílio Rondeau
  • Muito gelo e dois dedos d’água (2006), de Daniel Filho
  • Achados e Perdidos (2005), de José Joffily
  • Cartola (2005), de Lírio Ferreira
  • Cazuza – o tempo não pára (2004), de Sandra Werneck e Walter Carvalho
  • Bendito fruto (2004), de Sérgio Goldenberg
  • Lisbela e o prisioneiro (2003), de Guel Arraes
  • Dois perdidos numa noite suja (2002), de José Joffily
  • O rap do pequeno príncipe contra as almas sebosas (2000), de Paulo Caldas e Marcelo Luna
  • Estorvo (2000), de Ruy Guerra
  • Amores possíveis (2000), de Sandra Werneck
  • Orfeu (1999), de Carlos Diegues
  • Guerra de Canudos (1998), de Sergio Rezende
  • Pequeno dicionário amoroso (1996), de Sandra Werneck