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Cláudio Amaral PeixotoCenógrafo e diretor de arte, começou com trabalhos para televisão antes de se dedicar ao cinema. Fez diversos trabalhos para publicidade e videoclipe, com diretores como Monique Gardenberg, Lírio Ferreira
e Andrucha Waddington. Em 1996 fez a direção de arte de dois filmes de longa-metragem: Quem matou Pixote?, de José Joffily e Pequeno dicionário amoroso, de Sandra Werneck. Dois anos depois fez a cenografia de Guerra de Canudos (1998), de Sergio Rezende. Ganhou o prêmio ABC – concedido pela Associação Brasileira de Cinematografia – como melhor direção de arte por seu trabalho em Noel – O poeta da Vila (2008), de Ricardo Van Steen. Voltou a ser premiado em 2010, no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, pela direção de arte de Besouro (2009), de João Daniel Tikhomiroff.
Filmografia selecionada:
- Giovanni Improtta (2013), de José Wilker
- Gonzaga, de pai para filho (2012), de Breno Silveira
- À beira do caminho (2012), de Breno Silveira
- Reis e ratos (2012), de Mauro Lima
- O palhaço (2011), de Selton Mello. Prêmio de melhor direção de arte no 11º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro.
- Chico Xavier (2010) de Daniel Filho
- Besouro (2009), de João Daniel Tikhomiroff. Prêmio de melhor direção de arte no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de 2010.
- O Bem Amado (2009), de Guel Arraes
- Olhos azuis (2009), de José Joffily
- Reis e ratos (2009), de Mauro Lima
- Noel – O poeta da Vila (2008), de Ricardo Van Steen. Prêmio ABC da Associação Brasileira de Cinematografia como melhor direção de arte.
- 174 (2008), de Bruno Barreto
- Meu nome não é Johnny (2008) de Mauro Lima
- Polaróides Urbanas (2007), de Miguel Falabella
- 1972 (2006), de José Emílio Rondeau
- Muito gelo e dois dedos d’água (2006), de Daniel Filho
- Achados e Perdidos (2005), de José Joffily
- Cartola (2005), de Lírio Ferreira
- Cazuza – o tempo não pára (2004), de Sandra Werneck e Walter Carvalho
- Bendito fruto (2004), de Sérgio Goldenberg
- Lisbela e o prisioneiro (2003), de Guel Arraes
- Dois perdidos numa noite suja (2002), de José Joffily
- O rap do pequeno príncipe contra as almas sebosas (2000), de Paulo Caldas e Marcelo Luna
- Estorvo (2000), de Ruy Guerra
- Amores possíveis (2000), de Sandra Werneck
- Orfeu (1999), de Carlos Diegues
- Guerra de Canudos (1998), de Sergio Rezende
- Pequeno dicionário amoroso (1996), de Sandra Werneck
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