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Marcos JorgeDiretor nascido em Curitiba, em 1964. Cursou jornalismo na UFPR e logo depois foi estudar direção e roteiro em Roma. Nos anos 90, produziu vários filmes e vídeos, que ganharam prêmios em diversos festivais. Como video-artista, suas videoinstalações foram expostas na França, Itália, Holanda e Japão. Dirigiu centenas de vídeos publicitários para marcas brasileiras e internacionais. Seu primeiro curta-metragem, O encontro (2002), figura como um dos mais premiados do país. O segundo, Infinitamente maio (2003), recebeu também 17 prêmios em festivais nacionais. É diretor do documentário sobre arte rupestre O ateliê de Luzia (2004), do qual foi extraído em 2007 o livro fotográfico Brasil Rupestre. Lançou no Festival do Rio 2007 seu primeiro longa-metragem, Estômago, que ganhou o prêmio de melhor filme pelo voto popular, além dos prêmios do júri de melhor direção, melhor ator (João Miguel) e o prêmio especial do júri para Babu Santana. O filme foi eleito o melhor longa-metragem de ficção de 2008 pelo júri oficial da Academia Brasileira de Cinema, que o premiou ainda com o troféu Grande Otelo de melhor roteiro original, melhor diretor e melhor ator coadjuvante para Babu Santana, além disso, o filme ganhou o prêmio especial de melhor filme pelo júri popular. Estômago participou também dos festivais de Roterdã, onde conquistou o prêmio The Lions Award, concedido pelo Rotterdam Lions Club; de Berlim, na sessão Cinema e Culinária; e de Punta del Este, no Uruguai, onde levou os prêmios de melhor filme e de melhor ator para João Miguel. Seus próximos projetos são os longas Corpos celestes, na verdade rodado antes de Estômago, mas ainda em fase de finalização, e 2 seqüestros, em fase de projeto, sobre um funcionário da carrocinha em rixa com um traficante por conta de um cão .
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