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Marcos Pedroso

Cenógrafo e figurinista nascido em Maringá, no Paraná, em 1965, formou-se em artes plásticas pela Escola de Comunicação e Arte da Universidade de São Paulo (ECA/USP). Com vasta experiência nas artes plásticas e no teatro, estreou no cinema fazendo a direção de arte do curta de animação The Masp Movie – O filme do Masp (1986), de Sylvio Pinheiro. Seu primeiro trabalho em longa foi em Bicho de 7 cabeças (2000), de Laís Bodanzky. A partir daí, seguiram-se Madame Satã (2002), de Karim Aïnouz, Cinema, aspirinas e urubus (2005), de Marcelo Gomes, Cidade Baixa (2005), de Sérgio Machado, A máquina (2005), de João Falcão, e Crime delicado (2005), de Beto Brant, assinando sempre a direção de arte. Na TV, fez a minissérie Carandiru – Outras histórias (2005), dirigida por Hector Babenco, Walter Carvalho e Roberto Gervitz. Seus trabalhos mais recentes são O céu de Suely (2006), de Karim Aïnouz, em que assina também o figurino, A casa de Alice (2007), de Chico Teixeira, e Chega de saudade (2008), de Laís Bodanzky. Seu trabalho mais recente é a direção de arte do longa Quanto dura o amor? (2009), de Roberto Moreira.


 
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