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Uli Burtin

    Começou a estudar fotografia aos 16 anos na Alemanha e na Áustria. Em 1971, foi enviado ao Rio de Janeiro pelo governo alemão para prestar assessoria técnica à montagem da TV Educativa, onde ficou até 1974. Em 1981, mudou-se de vez para o Brasil. Fundou a produtora VPI, deu aulas de iluminação e cinema na TV Globo e assinou a direção de fotografia de filmes publicitários. Seus primeiros trabalhos como diretor de fotografia realizados em longa foram entre 1964 e 1965, na Alemanha, em preto e branco: Schrottde Wolfgang Menge, e Bambule, de Ulrike Meinhof. Filmou longas ficcionais para cinema e TV, documentários e seriados na Áustria, Suíça, Tchecoslováquia, Inglaterra, França, Líbano, África, Cuba, Egito, Rússia, Mongólia e China. Trabalhou com diversos cineastas estrangeiros, entre eles Peter Patzak, Michael Verhoeven, Michael Braun e Chuck Keremans. Coproduziu ainda, na América Latina, documentários para canais de TV alemães, para a BBC inglesa e para a ABC da Austrália. No Brasil, fotografou, entre outros, Lisbela e o prisioneiro (2003), de Guel Arraes e Meu nome não é Johnny (2007), de Mauro Lima.

    Filmografia selecionada:

  • Vai que dá certo (2013), de Mauricio Farias
  • A novela das oito (2011), de Odilon Rocha
  • Reflexões de um liquidificador (2010), de André Klotzel
  • Elvis e Madona (2010), de Marcelo Laffitte
  • Salve geral (2009), de Sergio Rezende
  • Meu nome não é Johnny (2007), de Mauro Lima
  • Tapete vermelho (2005), de Luiz Alberto Pereira
  • Tainá 2 – A aventura continua (2004), de Mauro Lima
  • Lisbela e o prisioneiro (2003), de Guel Arraes
  • Hans Staden (1998), de Luiz Alberto Pereira
  • Deus Jr.(1996), de Mauro Lima