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Sandra WerneckÉ autora e diretora de dois filmes românticos de sucesso: Pequeno dicionário amoroso (1996), prêmio de melhor fotografia e melhor montagem no Festival de Brasília, e Amores possíveis (2000), ganhador do prêmio de melhor filme latino-americano no Sundance Film Festival. Antes de seu primeiro longa-metragem, já era conhecida como realizadora de documentários de curta e média-metragem com ênfase em temas de cunho social. Destacam-se Pena prisão (1984), prêmio de melhor filme do júri popular no Festival de Brasília, Damas da noite (1987), melhor filme do júri popular no Rio Cine Festival, e A guerra dos meninos (1991), melhor filme e direção no Festival de Gramado, prêmio especial do júri no Festival de Documentário de Amsterdã e Prêmio OCIC no Festival de Havana. Dividiu com Murilo Salles a direção do polêmico curta Pornografia (1992), exibido no Festival de Gramado. Em 2004, lançou Cazuza – o tempo não pára, co-dirigido com Walter Carvalho e produzido pela Globo Filmes, campeão nacional de bilheteria do ano, com mais de três milhões de espectadores, e ganhador de diversos prêmios no Grande Prêmio TAM de Cinema, inclusive o de melhor filme. Em 2006, lançou Meninas, documentário de longa-metragem sobre a gravidez na adolescência, que entrou na mostra Panorama no Festival de Berlim. Em Sonhos roubados (2009), filme de ficção sobre a vida de três meninas adolescentes que vivem num bairro pobre de uma cidade grande, foi responsável pela direção, produção e roteiro, que escreveu em parceria com José Joffily, Paulo Halm, Michelle Franz, Mauricio Dias e Adriana Falcão. O longa foi filmado em 2008 e contemplado com o prêmio de melhor longa-metragem de ficção de voto popular no Festival do Rio de 2009.
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