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Ricardo Pinto e SilvaProdutor cultural e cineasta desde 1982, participou de 20 longas-metragens, seja como diretor, produtor, produtor-executivo, diretor de produção, roteirista, diretor-assistente ou assistente de direção, às vezes acumulando mais de uma destas funções. Paulista de 1961, é formado em cinema pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Começou como curta-metragista, dirigindo os filmes Zabumba (1984) e Adultério (1988). Foi assistente de vários diretores, entre os quais Sérgio Rezende – com quem trabalhou em Guerra de Canudos (1996), Lamarca (1994), Doida demais (1989) e O homem da capa preta (1985) –, e Guilherme de Almeida Prado – com quem fez Flor do desejo (1984) e A dama do cine Shangai (1987). Como diretor de produção ou produtor executivo tem seis longas-metragens no currículo, entre eles o telefilme Meu filho teu (2001), de Walter Lima Jr., e Viva voz (2003), de Paulo Morelli. Estreou na direção de longa-metragem com Sua excelência, o candidato (1990), uma comédia política lançada no período da pré-retomada. Em 1995, criou a produtora Veredas Comunicação e Arte e passou a produzir também peças de teatro. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1997, onde fixou residência. Desde 2000, é professor do curso superior de cinema da Universidade Gama Filho. Em 2002 realizou Querido estranho, seu segundo longa-metragem, que participou do Festival de Gramado, do Festival do Rio e da Mostra Internacional de São Paulo, entre outros. Em 2009, finalizou o longa Dores e amores, uma comédia que aborda a diferença entre os pontos de vista da mulher e do homem na relação amorosa. Realizou ainda o telefilme Carro de paulista para exibição na TV Cultura.
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