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Paulo SacramentoMontador, diretor e produtor paulista que estreou em 2002 na direção de longa-metragem com o documentário O prisioneiro da grade de ferro, auto-retratos de detentos do presídio do Carandiru; o filme foi o vencedor do É Tudo Verdade - Festival Internacional de Documentários e do prêmio da crítica no Festival de Gramado, além de ter sido selecionado para o Festival de Veneza. É o responsável pela produção e montagem de Amarelo manga, de Cláudio Assis, vencedor do Festival de Brasília de 2002. Montou mais de 15 curtas-metragens, além dos longas Tônica dominante (2000), de Lina Chamie, e Cronicamente inviável (2000), de Sérgio Bianchi. Foi assistente de direção e produtor de finalização no filme A causa secreta (1994), de Sérgio Bianchi. É autor dos curtas-metragens Ave e Juvenília – este último foi premiado nos festivais Henri Langlois (França) e Rimini (Itália). Formou-se em cinema pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo e presidiu a Associação Brasileira de Documentaristas de São Paulo em 1997. Em 2003, montou Quanto vale ou é por quilo?, de Sérgio Bianchi. Em 2005, montou e produziu A concepção, de José Eduardo Belmonte, pelo qual ganhou o prêmio de melhor montagem no Festival de Brasília, e iniciou a pré-produção de Fuga # 5, de Flávio Frederico, Camilo Cavalcanti, e outros. Em 2007, com Fabiano e Caio Gullane e Débora Ivanov, produziu Encarnação do demônio, de José Mojica, filme no qual também assina como editor. Seu trabalho mais recente é a montagem do longa É proibido fumar (2009), de Anna Muylaert, que lhe rendeu o prêmio de melhor montagem de ficção no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de 2010.
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