
|

Marcos FlaksmanPremiado cenógrafo de teatro no Brasil, tem também ampla carreira em cinema. Carioca nascido em 1944, formado em arquitetura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, trabalhou em montagens teatrais que se tornaram marcos dos anos 1960, como Rasga coração, escrita por Oduvaldo Viana Filho. Começou em cinema em Garota de Ipanema (1967), de Leon Hirszman, e trabalhou ainda em Brasil ano 2000 (1968), de Walter Lima Jr., Os sete gatinhos (1977), de Neville D´Almeida, O mistério de Robin Hood (1990) e Os Trapalhões e a árvore da juventude (1991), ambos de José Alvarenga, e Barrela, escola do crime (1990), de Marco Antônio Cury. Durante os anos 1980, trabalhou em um punhado de produções estrangeiras filmadas no Brasil, como Feitiço do Rio Blame it on Rio (1984), de Stanley Donen, A floresta das esmeraldas (1985), de John Boorman, e Luar sobre Parador (1988), de Paul Mazursky. A partir dos anos 1990, com a retomada da produção brasileira, assinou a direção de arte de O que é isso, companheiro? (1996), de Bruno Barreto, Villa-Lobos, uma vida de paixão (1999), de Zelito Viana, A partilha (2001), de Daniel Filho, O xangô de Baker Street (2001), de Miguel Faria Jr., Benjamin (2003), de Monique Gardenberg, Sexo, amor e traição (2003), de Jorge Fernando, e O vestido (2003), de Paulo Thiago. Em 2005, trabalhou em Vinícius, de Miguel Faria Jr., e O veneno da madrugada, de Ruy Guerra, pelo qual ganhou o prêmio de melhor direção de arte no Festival de Brasília. Em 2006, fez Irma Vap - O retorno, de Carla Camurati, Se eu fosse você, de Daniel Filho e Zuzu Angel, de Sergio Rezende. Em 2009, assinou a direção de arte de Budapeste (2009), de Walter Carvalho e Tempos de paz, de Daniel Filho.
|

|