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Murilo Salles

    Fotógrafo, cineasta, roteirista e produtor nascido no Rio de Janeiro em 1950. Seu primeiro filme, o longa Nunca fomos tão felizes (1984), foi premiado nos festivais de Gramado, Brasília e Locarno. Como fotógrafo, começou em Tati, a garota (1972), o primeiro filme de Bruno Barreto, com quem também fez A estrela sobe (1974) e O beijo no asfalto (1980), além do grande sucesso Dona Flor e seus dois maridos (1976). Outros destaques de sua carreira como diretor de fotografia são Cabaret mineiro (1980), de Carlos Alberto Prates Correia – premiado no Festival de Brasília e no Festival de Gramado –, e Eu te amo (1981), de Arnaldo Jabor – com o qual ganhou mais um Kikito de fotografia em Gramado. Ao longo dos anos 1980 e 1990, fotografou e dirigiu mais de 200 comerciais. Em 1992, criou a própria produtora, a Cinema Brasil Digital que, entre outros, lançou o Árido Movie (2005) de Lírio Ferreira, que ganhou o prêmio de melhor fotografia no 10º Cine PE.

    Filmografia selecionada:

    Diretor

  • Passarinho lá de Nova Iorque
  • Aprendi a jogar com você (2014)
  • O fim e os meios
  • Nome próprio (2007). Prêmio de melhor filme no Festival de Gramado (2008).
  • Seja o que Deus quiser (2003). Prêmio do público de Festival do Rio de 2002.
  • Como nascem os anjos (1996). Prêmio de melhor filme e melhor diretor no Festival de Gramado.
  • Todos os corações do mundo (Two Billion Hearts / 1994)
  • Faca de dois gumes (1988). Prêmio de melhor direção no Festival de Gramado.
  • Nunca fomos tão felizes (1984). Prêmio de melhor filme nos festivais de Gramado, Brasília e Locarno.

  • Diretor de fotografia

  • Árido Movie (2005) de Lírio Ferreira. Prêmio de melhor fotografia no 10º Cine PE.
  • Tabu (1984), de Júlio Bressane
  • Eu te amo (1981), de Arnaldo Jabor. Prêmio de melhor fotografia no Festival de Gramado.
  • Cabaret mineiro (1980), de Carlos Alberto Prates Correia. Prêmio de melhor fotografia no Festival de Brasília. Prêmio de melhor fotografia no Festival de Gramado.
  • O beijo no asfalto (1980), de Bruno Barreto
  • Dona Flor e seus dois maridos (1976), de Bruno Barreto
  • Lição de amor (1975), de Eduardo Escorel
  • Um edifício chamado 200 (1973), de Carlos Imperial
  • Tati, a garota (1972), de Bruno Barreto

  • Produtor

  • O fim e os meios
  • Nome próprio (2007). Direção própria. Prêmio de melhor filme no Festival de Gramado (2008).
  • Árido Movie (2005) de Lírio Ferreira.
  • Seja o que Deus quiser (2003). Direção própria. Prêmio do público de Festival do Rio de 2002.
  • Como nascem os anjos (1996). Direção própria.
  • Faca de dois gumes (1988). Foi produtor associado. Direção própria.
  • Nunca fomos tão felizes (1984). Direção própria.

  • Roteirista

  • Passarinho lá de Nova Iorque
  • O fim e os meios
  • Aprendi a jogar com você (2014). Em parceria com Eva Randolph.
  • Nome próprio (2007). Direção própria.
  • Seja o que Deus quiser (2003). Direção própria.
  • Como nascem os anjos (1996). Direção própria.
  • Faca de dois gumes (1988).Direção própria.
  • Nunca fomos tão felizes (1984). Direção própria.