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Jorge FurtadoDiretor da geração surgida nos anos 80 no Rio Grande do Sul que ganhou notoriedade com o curta-metragemIlha das flores, Urso de Prata no Festival de Berlim de 1990. Ainda em curtas-metragens, formato que o consagrou, fez O dia em que Dorival encarou a guarda (1986), co-dirigido com José Pedro Goulart, premiado em Gramado e Havana,Barbosa (1988) eEssa não é a sua vida (1991), prêmio em Clermont Ferrand, França. No final dos anos 80, com outros cineastas de sua geração, entre eles, Giba Assis Brasil, Ana Luisa Azevedo, Carlos Gerbase e José Pedro Goulart, fundou a produtora Casa de Cinema de Porto Alegre. Nascido na capital gaúcha, em 1959, a boa recepção de seus filmes de curta-metragem levou-o a ser contratado pela Rede Globo, onde trabalhou como roteirista e diretor de séries e programas especiais. Dirigiu um episódio do longa-metragemA felicidade é... (1995), e, em 2002, realizou seu primeiro longa-metragem de ficção,Houve uma vez dois verões, filmado quase simultaneamente com o seu segundo longa, O homem que copiava (2003). Junto com Guel Arraes e Pedro Cardoso, escreveu o roteiro deLisbela e o prisioneiro (2003), de Guel Arraes. Em 2004, estreou seu terceiro longa-metragem,Meu tio matou um cara. Em 2005, co-escreveu O coronel e o lobisomem, de Maurício Farias, ao lado de Guel Arraes e João Falcão. Em 2007, lança Saneamento básico – o filme e participa do roteiro do próximo filme de Guel Arraes, Romance.
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