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Haroldo Marinho Barbosa

    Diretor com atuação basicamente nas décadas de 70 e 80, e que a partir de meados dos anos 80 passou a atuar como roteirista. Carioca de 1944, iniciou-se na direção com curtas-metragens como Copacabana (1965), Eu sou vida, eu não sou morte (1970), melhor filme no Festival JB, e Dom Quixote (1967). Como diretor de longa-metragem ficou mais conhecido por Engraçadinha (1981), prêmios de ator, roteiro e música no Festival de Brasília, e também por Baixo Gávea (1986), prêmio especial do júri no Fest Rio e prêmios de interpretação feminina e masculina em Brasília. Dirigiu também o documentário de curta-metragem À Nelson Rodrigues (1978), prêmio no Festival JB. Foi continuísta no filme do cineasta e crítico Maurício Gomes Leite A vida provisória (1968), antes de dirigir seus primeiros longas-metragens, Vida de artista (1971) e Ovelha negra (1974). Foi diretor de produção de O segredo da múmia (1981), de Ivan Cardoso, e roteirista de Fulaninha (1985), de David Neves. Em 2003, fez o roteiro de O vestido, de Paulo Thiago, e em 2004, dirigiu Centro do Rio, documentário baseado no livro Rio, o centro de nossas desatenções, de Antonio Torres, produzido por Gláucia Camargos, em parceria com a Fundação Padre Anchieta. Neste mesmo ano, iniciou a pré-produção da ficção O demoninho de olhos pretos (2008) sobre como o livro Contos Fluminenses, de Machado de Assis. Faleceu em dezembro de 2013.