
|

Hector BabencoÉ autor de sucessos de público como Lúcio Flávio, o passageiro da agonia (1977) ePixote, a lei do mais fraco (1980), melhor filme estrangeiro de acordo com as associações de críticos de Los Angeles e de Nova York. Em 2003, comCarandiru, atraiu mais de 4,5 milhões de espectadores, sendo o filme nacional mais visto do ano e ocupando hoje o segundo lugar no ranking da retomada. Nascido na Argentina em 1946, veio para São Paulo em 1969 para fixar residência definitiva no país, e em 1970 naturalizou-se brasileiro. Começou no cinema em 1973 como produtor executivo e co-diretor, com Roberto Farias, de O fabuloso Fittipaldi (1973) e em 1975 dirigiu sua primeira ficção, O rei da noite. No início da década de 80 fez sua primeira produção internacional, falada em inglês, O beijo da mulher-aranha (1984), que deu a William Hurt o Oscar de melhor ator e o prêmio de interpretação masculina em Cannes. O filme também rendeu a Babenco uma indicação ao Oscar de melhor diretor. Em 1987, dirigiu Jack Nicholson e Meryl Streep emIronweed e dois anos depois participou do júri oficial do Festival de Cannes. Em 1990 fezBrincando nos campos do Senhor, produção de Saul Zaentz filmada na região amazônica, e em 1998 filmou na Argentina, com participação de intérpretes e técnicos brasileiros,Coração iluminado, selecionado para o Festival de Cannes. Em fevereiro de 2000 integrou o júri do Festival de Berlim, e em 2003 foi novamente selecionado para o Festival de Cannes com Carandiru. Em 2005, foi o idealizador da série Carandiru – outras histórias, para a Rede Globo, que levava em frente histórias iniciadas em seu longa e apresentava novas. Dividiu a direção dos episódios com Walter Carvalho e Roberto Gervitz. Em 2007, lançou O passado.
|

|