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Hugo CarvanaAtor de mais de cinquenta longas-metragens e diretor que criou um personagem marcante da comédia de costumes carioca, o malandro Dino, de Vai trabalhar, vagabundo (1973). Nasceu no Rio de Janeiro em 1937, e estreou no cinema em 1955 em Trabalhou bem, Genival, de Luiz de Barros. Nos anos 60, destacou-se numa série de papéis dramáticos, como em Os cafajestes (1962) e Os fuzis (1963), ambos de Ruy Guerra. Em O capitão Bandeira contra o dr. Moura Brasil (1970), de Antônio Calmon, interpretou pela primeira vez o malandro carioca, tipo que desenvolveu nos filmes que dirigiu e interpretou nos anos seguintes.
Filmografia selecionada:
Diretor
- Não se preocupe, nada vai dar certo (2009)
- A casa da mãe Joana (2007)
- Apolônio Brasil - O campeão da alegria (2003). Prêmio especial do júri no Festival de Gramado.
- O homem nu (1996)
- Vai trabalhar, vagabundo II - A volta (1990). Prêmio de melhor ator em Gramado.
- Bar Esperança, o último que fecha (1982)
- Se segura, malandro (1977)
- Vai trabalhar, vagabundo (1973). Prêmio de melhor filme no Festival de Gramado.
Ator
- Giovanni Improtta (2013), de José Wilker
- A casa da mãe Joana (2007)
- Apolônio Brasil - O campeão da alegria (2003). Prêmio especial do júri no Festival de Gramado.
- Deus é brasileiro (2003), de Carlos Diegues
- O cabeça de Copacabana (2001), de Rosane Svartman. Curta-metragem.
- Mauá – O imperador e o rei (1999), de Sérgio Rezende
- Avaeté, semente da violência (1985), de Zelito Viana
- Toda nudez será castigada (1973), de Arnaldo Jabor
- Quando o carnaval chegar (1972), de Carlos Diegues
- Der Leone have sept cabeças (1970), de Glauber Rocha
- Os herdeiros (1969), de Carlos Diegues
- O homem que comprou o mundo (1968), de Eduardo Coutinho
- Terra em transe (1967), de Glauber Rocha
- A falecida (1964), de Leon Hirszman
- Deus e o diabo na terra do sol (1964), de Glauber Rocha
- A queda (1978), de Ruy Guerra
- O capitão Bandeira contra o dr. Moura Brasil (1970), de Antônio Calmon
- Os fuzis (1963)
- Os cafajestes (1962), de Ruy Guerra
- Trabalhou bem, Genival (1955), de Luiz de Barros
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