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Arnaldo JaborDiretor que integrou o grupo de fundadores do Cinema Novo, ao lado de Glauber Rocha, Carlos Diegues, Luiz Carlos Barreto, Nelson Pereira dos Santos, entre outros. Formado em direito, começou a carreira como crítico e editor do jornal O metropolitano, passando, em 1962, aos 22 anos, a editor da revista O movimento. Em 1964, fez o curso de cinema do Itamaraty-Unesco ministrado pelo realizador sueco Arne Sucksdorff. Nesse mesmo ano trabalhou como técnico de som nos documentários Maioria absoluta, de Leon Hirszman, Integração racial, de Paulo Cezar Saraceni, e como assistente de direção de Mário Carneiro em Nave de São Bento. Em 1965 dirigiu seu primeiro trabalho, o curta-metragem O circo. Em 1966, estreou em longa-metragem com o documentário Opinião pública, premiado no Festival de Pésaro, na Itália. Mas foi com seus dois filmes inspirados em Nelson Rodrigues - Toda nudez será castigada (1973), Urso de Prata no Festival de Berlim, e O casamento (1975) - que se aproximou do grande público. Seu filme seguinte, Tudo bem (1978), representou o Brasil no Festival de Berlim e na Quinzena dos Realizadores. Com Eu te amo (1981), estrelado por Sônia Braga , Vera Fischer e Paulo César Pereio, atraiu 3,5 milhões de espectadores. Em 1986 Eu sei que vou te amar foi selecionado para o Festival de Cannes e recebeu o prêmio de melhor atriz para Fernanda Torres. Em 1991 fez uma mudança de rumo em sua carreira e passou a escrever crônicas em diversos jornais (O Globo, O Estado de S. Paulo) e fazer comentários políticos na TV (no Manhattan connection, do GNT, e em jornais televisivos da Rede Globo) e na rádio (CBN). Realiza palestras sobre política, cultura e educação em seminários por todo o Brasil e em 2004 lançou o livro de crônicas Amor É Prosa, Sexo É Poesia. Após 25 anos sem filmar, lança em 2010 o longa A suprema felicidade.
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