Francisco Sérgio Moreira

João Gaudenzi

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Atividade: 
Montador, Infraestrutura

Montador, pesquisador, restaurador e técnico de preservação de filmes na Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, onde trabalhou de 1979 a 1999. Como editor de documentários trabalhou com Sylvio Back, em Rádio auriverde (1990), Babel da Luz (1992), Zweig: a morte em cena (1995), Yndio do Brasil (1995), Véu de Curitiba (1995) e Cruz e Souza, o poeta do desterro (1999), e com Silvio Tendler, em Os anos JK (1979) e Jango (1984). Seu trabalho como editor se apóia basicamente na pesquisa de imagens em arquivos e cinematecas no Brasil, na Europa e nos Estados Unidos. Nascido no Rio em 1952, formado em comunicação pela Universidade Federal Fluminense, começou como curador de restauração e preservação da cinemateca e fez cursos de especialização em restauração e preservação de filmes na Cinemateca da Alemanha Oriental (1981-1982) e na Universidade da Califórnia (1989-1990). Montou cerca de vinte filmes, entre longas, médias e curtas-metragens, entre eles: Me beija (1984), de Werner Schünemann, Castro Alves, retrato falado do poeta (1999), de Silvio Tendler, Uma questão de terra (1988), de Manfredo Caldas, e Lost Zweig (2004), de Sylvio Back. Coordenou a restauração de clássicos do cinema brasileiro, como: O ébrio (1946), de Gilda de Abreu, Aviso aos navegantes (1950), de Watson Macedo, Tudo azul (1951), de Moacyr Fenelon, Um caso de polícia (1959), de Carla Civelli, Alô, alô, carnaval! (1936), de Adhemar Gonzaga, A bolandeira (1967), de Vladimir Carvalho, Os fuzis (1963), de Ruy Guerra, Menino de Engenho (1965), de Walter Lima Jr., e O país de São Saruê (1971), de Vladimir Carvalho. Atualmente, dirige o departamento de restauração de filmes da Labocine.